quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Minha Árvore

Texto: MINHA ÁRVORE
Autor: Sidney Santborg

Mais uma vez, estou insistindo na árvore da vida.
Plantando uma nova semente, para vê-la germinar...
Insisto nisso, pois quero ver minha árvore crescer.
Por isso, tenho que cuidar de tudo...
Preparar a terra, regar todos os dias e se preciso for, vigiar.
Sim, vigiar muito! Para protegê-la das pragas e dos excessos.
Tenho que cuidar da minha árvore, até podá-la quando necessário.
Para que um dia floresça e possa gerar frutos.
Mesmo em meio ao deserto.
Pois estes serão mais valorizados.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

A Que Mundo Pertenço?

Texto: A QUE MUNDO PERTENÇO?
Autor: Sidney Santborg

Existem momentos que olho ao meu redor  e percebo que tudo está camuflado com as cores da distorção... Se existe essa cor? Nem sei... Mas é algo tão triste que me faz acreditar que pertenço a um mundo diferente.
Um mundo onde as coisas aconteçam de uma forma menos agressivas e menos exibicionistas, onde a maldade não impere e  os absurdos só aconteçam como uma ficção.
Um mundo onde a inocência de uma criança é respeitada e a sabedoria dos velhos valorizada. Um mundo onde exista compaixão.
Um mundo onde a morte somente aconteça por autorização de Deus e não por néscios, que não só matam, mas torturam... Levando a dor ao extremo, e que a maior piedade seja um tiro na cabeça.
Um mundo onde ser bom, não é ser bobo... Onde demonstrar o amor não é sinal de fraqueza, e sim uma qualidade. Onde fazer uma caridade não te leve a receber o nome de otário pelo mesmo irmão que acabou de receber o pão.
Um mundo onde o sorriso daqueles que não te conhecem não seja sinônimo de enganação. Quero um mundo de paz, onde  não somente o branco possa reinar, mas todas as cores sejam representadas. 
Um mundo onde se possa decidir que caminho seguir sem ser influenciado, onde acreditar no sonho não seja uma alienação.
Um mundo em que se possa viver de verdade a liberdade de forma individual, onde hipocrisia social não tente te igualar aos que dela fazem parte.
Um mundo onde o domínio capitalista não empurre goela abaixo, que a prosperidade somente venha com a materialidade de bens e que o valor pessoal dependa do que se tem ou aparenta ter.
Não quero ser bem tratado pelas minhas vestes, mas pelo meu caráter como pessoa, pelo ser humano que sou.
Quero um mundo onde a soberba não tenha espaço nos altos cargos, onde o degrau a subir não seja minha cabeça. Quero um mundo onde o povo seja respeitado.
Sim... Quero o meu mundo!
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